Tempo e samba como aliados na trajetória de Alessandra Albuquerque
- Nayra Cezari

- 15 de dez. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 16 de dez. de 2025

Rainha da Escola Mocidade Unida da Cidade de Deus, passista da Imperatriz Leopoldinense no Grupo Especial do Carnaval carioca e integrante do mesmo segmento do G.R.E.S. Tradição, na Série Prata, Alessandra Albuquerque, de 48 anos, construiu uma trajetória no Carnaval do Rio de Janeiro. A longevidade, no seu caso, implicou novas atribuições e responsabilidades, afinal sua carreira se tornou parâmetro para sambistas de diferentes idades.
Costureira artesã e trancista, mantém uma rotina que exige disciplina para conciliar as exigências carnavalescas, que vão além do preparo físico exigido nos ensaios e desfiles. Em 2024 e 2025, participou dos concursos de Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro, experiência que se soma ao histórico já desenvolvido nas escolas por onde passou e pelas quais permanece.
Foi a dança do samba que, desde cedo, orientou sua relação com o Carnaval e organizou sua participação dentro das agremiações. A maturidade impõe demandas específicas, enfrentadas com coragem e perseverança.
“A idade nunca foi um limite pra mim. O samba me mantém viva, feliz e cheia de vontade de realizar meus sonhos. Quero representar todas as mulheres que amam o Carnaval e acreditam que sempre é tempo de brilhar”, afirma Alessandra.

As vivências acumuladas ao longo dos anos estruturam sua caminhada e oferecem referências para outras mulheres que reconhecem no Carnaval um campo de trabalho, oportunidades e emoções.





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